Black power (ou a moda do alho negro)



Catupiry, tomate seco, mandioquinha. De vez em quando alguém descobre um ingrediente que andava ali, debaixo do radar, e logo todo restaurante que se preza precisa servir o máximo de pratos com tal ingrediente. O caçula da moda gastronômica é o alho negro. De sabor adocicado que não impregna na boca e textura quase cremosa, o tal é versátil e anda passeando com massas, carnes e pães pelos cardápios da cidade. Já colocaram até no sorvete!
O alho negro é o alho comum bronzeado. Na verdade, fermentado em estufa com controle de umidade e temperatura. Açúcares e aminoácidos se unem e produzem uma substância chamada melanoidina, que empretece tudo. O preparo demora umas três semanas e a autoria da técnica é disputada por chineses e japoneses. Aqui no Brasil parece que só quem faz é a Marisa Ono, que vende o quilo por R$ 100.
Deu curiosidade? Dá uma olhada no Bertolazzi explicando mais aí embaixo:



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